sábado, 25 de junho de 2011

Quando me amei de verdade (Charles Chaplin)


Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!

(Charles Chaplin)

(imagens e textos retirados da internet)

sábado, 11 de junho de 2011

12 de Junho - Dia Dos Namorados!

Pois é final de semana com um clima especial pairando no ar. Nos comércios o corre-corre de pessoas em busca do presente para o Dia dos Namorados. A dúvida do que comprar, o que será que vai agradar... a atraente decoração das lojas, muitos corações, cupidos. Muitas sonhando em de repente serem surpreendidas com um anel de noivado ou um pedido de casamento. O romantismo solto no ar mexendo com as emoções, com os sonhos e principalmente mexendo com os sentimentos. Alguns optando por uma viagem nesse final de semana... uma viagem para um lugar romântico...um chalé, quem sabe tomar um vinho à beira de uma lareira. São muitas as opções de fazer desse final de semana dias marcantes e surpreendentes. Mas nem sempre o presente é o mais importante, sempre valorizei muito as palavras, os gestos, um olhar. Os bombons acabam as flores murcham e infelizmente acabam morrendo, um anel pode ser perdido, uma roupa vai se desgastar... sem falar que muitos estão aflitos porque estão com o orçamento arrebentado e não podem comprar um presente. É então o momento de usar a criatividade. Fazer um jantar (simples), mas que foi preparado com amor, com as suas mãos... não precisa ser a luz de velas. Não pode comprar um ramalhete de flores? Improvise, peça uma flor do jardim de alguém e escreva um cartão com suas palavras, aquelas que vêm do fundo do coração, expresse seus sentimentos através de um bilhetinho escrito por você, com a sua letra. Como eu disse a flor não vive pra sempre, mas um bilhetinho... ah esse pode ser guardado por todo o sempre! Tem até quem perfuma o bilhete, com cautela pinga uma gotinha do seu perfume predileto no bilhetinho que vai mandar. Há muito tempo atrás eu recebi um bilhetinho perfumado com uma pequena frase, mas com imenso significado e ainda com o cheiro do perfume dele. Remexendo em minha memória vejo que esse bilhete foi à lembrança mais marcante. Mas tem muita gente que está triste porque não está namorando, porque vai passar essa data sem comemorar... e se esquece que a vida é uma caixinha de surpresas, e quando menos se espera aparece alguém muito especial. Deixe seu coração aberto, um sorriso para a vida... a recompensa as vezes demora, mas certamente chega! Conheço muitas pessoas que vão passar esse fim de semana curtindo um filme, com uma tigela de pipoca... e falando em filme encontrei esses vídeos com trechinho de dois filmes que caem bem com a ocasião, com o romantismo desse fim de semana. Quem não assistiu e se envolveu com Richard Gere e Julia Roberts em Uma Linda Mulher. Aqui entre nós, esse filme poderia ser chamado de Um Lindo Homem...Richard Gere é puro charme, verdade seja dita, eles formaram um lindo par romântico...Outro filme que assisti inúmeras vezes foi Dirty In Dancing lançado em 1987. Eu era menina, pré-adolescente, e quando via a chamada na televisão anunciando que esse filme ia passar na sessão da tarde, ah eu dava um jeito de faltar na escola só pra assistir. A dança final com o inesquecível Patrick Swayze e Jennifer Grey ao som de The Time Of My Life...nossa é o ponto marcante do filme. Nem preciso dizer que não só eu como as meninas da minha idade sonhavam em estar no lugar da Jennifer e dançar com o Patrick Swayze. Por hoje é só...Um encantador final de semana a todos! Fui........

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Há certas Horas...


Há certas horas, em que não precisamos de um Amor...
Não precisamos da paixão desmedida...
Não queremos beijo na boca...
E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama...

Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado...
Sem nada dizer...

Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar, que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a nos fazer sorrir...

Alguém que ria de nossas piadas sem graça...
Que ache nossas tristezas as maiores do mundo...
Que nos teça elogios sem fim...
E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade
inquestionável...

Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado...
Alguém que nos possa dizer:

Acho que você está errado, mas estou do seu lado...

Ou alguém que apenas diga:

Sou seu amor! E estou Aqui!
(William Shakespeare)

Há quem diga que todas as noites são de sonhos.
Mas há também quem garanta que nem todas, só as de verão. No fundo, isto não tem muita importância.
O que interessa mesmo não é a noite em si, são os sonhos. Sonhos que o homem sonha sempre, em todos os lugares, em todas as épocas do ano, dormindo ou acordado.
(William Shakespeare)
Frases para Orkut

Seja fashion e mande mensagens de Dia dos Namorados Simples!



(Fonte: videos Youtube - imagens da internet e site recadosonline.com)

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Manolo Otero vai deixar muitas saudades!

Recebi com muita tristeza a noticia da morte do cantor espanhol Manolo Otero que faleceu ontem , no Hospital das Clinicas em São Paulo, devido a um Câncer de fígado, aos 63 anos.  Manolo fez muito sucesso principalmente nas décadas de 70 e 80. Filho de artistas, seu pai era cantor de ópera e sua mãe atriz, Manolo começou a estudar canto aos 14 anos. Sua voz traduzia o romantismo através de suas canções. Ele morava na cidade de Indaiatuba e seu corpo foi cremado hoje na cidade de Santos. Uma das vozes mais belas, Manolo Otero vai deixar muita saudade e se eternizar nos corações de seus fãs.

(Fonte: imagem retirada da Internet - vídeo Youtube)

sábado, 28 de maio de 2011

Padrões de Vida !

Esse é mais um texto que recebi por email e gostaria de compartilhar com quem ainda não leu. Pare um minutinho, leia e reflita.

“Entrevista do professor Hermógenes, 86 anos, sobre uma palavra inventada por ele, que me pareceu muito procedente: ele disse que o ser humano está sofrendo de “normose”, a doença de ser normal. Todo mundo quer se encaixar num padrão. Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de alcançar. O sujeito “normal” é magro, alegre, belo, sociável, e bem-sucedido. Bebe socialmente, está de bem com a vida, não pode parecer está passando por algum problema. Quem não se “normaliza”, quem não se encaixe nesses padrões, acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento. A pergunta a ser feita é: Quem espera o quê de nós? Quem são esses ditadores de comportamento a quem estamos outorgando tanto poder sobre nossas vidas? Eles não existem. Nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo que você seja assim ou assado. Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha “presença” através de modelos de comportamento amplamente divulgados. Só que não existe lei que obrigue você a ser do mesmo jeito que todos, sejam lá quem for todos. Melhor se preocupar em ser você mesmo. A “normose” não é brincadeira. Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer o que não se precisa. Você precisa de quantos pares de sapatos? Comparecer em quantas festas por mês? Pesar quantos quilos até o verão chegar? Freqüentar terapeuta para bate-papo? Não é necessário fazer curso de nada para aprender a se desapegar de exigências fictícias. Um pouco de auto-estima basta. Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as regras bovinamente, e sim, aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo. Criaram o seu “normal” e jogaram fora fórmulas, não patentearam, não passaram adiante. O normal de cada um tem que ser original. Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros. É fraude. E uma vida fraudulenta faz sofrer demais. Eu me simpatizo cada vez mais com aqueles que lutam para remover obstáculos mentais e emocionais, e a viver a forma mais íntegra, simples e sincera. Para mim são os verdadeiros normais, porque não conseguem colocar máscaras ou simular situações. Se parecer sofrer, é porque estão sofrendo. E se estão sorrindo, é porque a alma lhes é iluminada. Por isso divulgo o alerta: a “normose” está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes. Ser feliz é ser você mesmo, sofrendo ou sorrindo, pois esta vida é passageira e o importante é ter emoções claras e definidas.”

(Autor desconhecido - quem souber o nome completo do autor desse texto favor avisar para que eu possa publicar aqui na postagem dando os devidos créditos)

domingo, 15 de maio de 2011

Privacidade


Maio o mês das Noivas, e eu na correria, me preparando para subir ao altar pela terceira vez. Sim vou subir ao altar novamente, mas na condição de madrinha. É tudo muito bonito, emocionante, com certeza é o grande e sonhado dia da maioria das mulheres, até daquelas que não são tão românticas assim. E falando em casamento me veio a cabeça a convivência diária com o companheiro, aquele que foi escolhido para compartilharmos todos os dias e todos os momentos de nossas vidas. Receio que muitos não se dão conta do quanto isso é complexo. O mais comum é ver corações apaixonados idealizando a cerimônia de casamento perfeita, a viagem de lua de mel para aquele lugar paradisíaco, mas basta amor e paixão para se casar?Conversando com um grupo de amigas dias atrás e ouvindo cada uma comentar sobre seu relacionamento, fui percebendo uma coisa muito complicada e que no meu ponto de vista acaba abalando pouco a pouco sentimentos até então sólidos: a invasão de privacidade. Muitos confundem namorar, casar, como se tivesse a posse da vida do outro, esquecem que relacionamento a dois é compartilhar momentos, é ter confiança, cumplicidade, são duas cabeças que em algum momento não vai ter as mesmas idéias e opiniões, e saber lidar e RESPEITAR o modo do outro agir e pensar. Podemos expor nosso ponto de vista, mas não exigir que o outro passe a pensar como a gente, casamento não é a “fusão” de duas cabeças e dois corações, muito romântico ouvirmos que “agora somos apenas uma pessoa”, mas na pratica, no dia a dia isso não funciona. Não somos duas cabeças que se fundiram e se tornaram uma cabeça pensante, somos dois seres humanos com pensamentos próprios, idéias próprias, com nosso estilo único de ser. E no meio em que convivo o que mais vejo são companheiros entrando num relacionamento sério acreditando que vai “moldar” o jeito do parceiro (a) viver e encarar a vida. Como é comum não se ter mais a privacidade de atender uma ligação no celular sem ter que explicar com quem estávamos falando, o porquê aquela pessoa ligou e por aí vai... e se deixamos o celular por 02 minutinhos largado num canto e nos afastamos, lá está o outro fuçando no aparelho pra ver se recebemos mensagens, para quais números ligamos. Eu particularmente tenho pavor dessas coisas, e nessa conversa com amigas deixei claro esse meu ponto de vista, eis que fui abordada com a seguinte pergunta: “Mas você nunca tentou mexer num celular só por curiosidade?”. Eu não teria motivos pra mentir, nunca fiz isso embora oportunidades nunca faltassem, mas eu sempre me contive e imaginei se fosse o oposto, vê alguém revirando minha bolsa, tentando acessar a minha conta de email pra ver com quem converso virtualmente ou que tipo de conversa mantenho. Nunca suportei esse tipo de comportamento, admiro profundamente pessoas que sabem respeitar o espaço alheio. E olha que isso anda difícil... as pessoas já entram num relacionamento com um pé atrás, já desconfiadas e acreditando que quando abrimos a carteira do marido, ou mexemos nos bolsos da calça em busca de um bilhetinho, seja demonstração de amor, afinal quem tem ciúmes é quem ama, e quem não segue esses padrões de comportamento é porque não ama o bastante (como já me falaram). Dividir nossa vida com alguém não significa sufocar, querer saber de cada passo, cronometrar no relógio o tempo certo que o outro tem que gastar pra chegar em casa, e se ultrapassar esse tempo já é motivo de brigas. Ficar cheirando a camisa pra ver se sente perfume de outra, criar endereços de MSN falsos e mandar convite para o companheiro só pra testá-lo e ver se ele vai aceitar. Já vi casamentos acabarem por motivos como esses que descrevi, aí vem a família, os amigos e diz que motivos como esses não devem ser tão importante como a amor entre o casal...mas amor não inclui respeito, confiança e liberdade? Tenho amigas que simplesmente proíbem o namorado/marido de usarem MSN, terem conta no Orkut, porque não admitem sequer que o companheiro tenha amizades com pessoas do sexo oposto. Muitos homens vão dizer que comportamentos como esse é coisa de mulher, mas não são não, muitos homens tem esse comportamento também.  Casamento é muito bacana quando acontece entre pessoas que entendem que vamos passar a conviver com alguém que por mais afinidades que tenha conosco, sempre vai ser diferente em muitos pontos e vamos ter que saber respeitar isso assim como queremos ser respeitadas em nossas diferenças. Casamento é saber que são duas vidas que estão se juntando e vão continuar sendo duas vidas, duas pessoas com personalidade própria, que tem seu circulo de amizade, seu celular, seu email. É parece até absurdo, mas têm casais que impõem que um tenha acesso à senha de email do outro, e tudo isso é em nome do amor... isso um dia cansa, desgasta o relacionamento. Gosto sempre de ressaltar que aqui coloco o meu modo de ver os fatos e cito situações que conheço. Evidente que não sou dona da verdade, e o bacana em qualquer tipo de relacionamento são justamente essas diferenças de ponto de vista que nos faz ver varias situações por ângulos diferentes... E lembrando que NÃO invadir o espaço do outro NÃO significa FALTA DE AMOR e sim RESPEITO , porque quem ama respeita e dá um voto de confiança! Mas e você o que pensa sobre esse assunto?

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Você tem Amante? ( Jorge Bucay - Psicólogo)

Pessoal recebi esse texto maravilhoso por email, é muito interessante e verdadeiro, parem pra refletir sobre isso...

"Muitas pessoas tem um amante e outras gostariam de ter um.
Há também as que não tem, e as que tinham e perderam".
Geralmente, são essas últimas que vem ao meu consultório,
para me contar que estão tristes
ou que apresentam sintomas típicos de insônia, apatia, pessimismo, crises de choro, dores etc.
Elas me contam que suas vidas transcorrem de forma monótona e sem perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver
e que não sabem como ocupar seu tempo livre.
Enfim, são várias as maneiras que elas encontram para dizer que estão simplesmente perdendo a esperança.
Antes de me contarem tudo isto, elas já haviam visitado outros consultórios, onde receberam as condolências de um diagnóstico firme: "Depressão", além da inevitável receita do anti-depressivo do momento.
Assim, após escutá-las atentamente, eu lhes digo que não precisam de nenhum anti-depressivo; digo-lhes que precisam de um AMANTE!!!
É impressionante ver a expressão dos olhos delas
ao receberem meu conselho.
Há as que pensam:
"Como é possível que um profissional se atreva a sugerir uma coisa dessas"?!
Há também as que, chocadas e escandalizadas, se despedem e não voltam nunca mais.
Àquelas, porém, que decidem ficar e não fogem horrorizadas, eu explico o seguinte: "AMANTE" é aquilo que nos
"apaixona", é o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono, é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir.
O nosso "AMANTE" é aquilo que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta.
É o que nos mostra o sentido e a
motivação da vida.
Às vezes encontramos o nosso
"AMANTE"
em nosso parceiro, outras, em alguém que não é nosso parceiro, mas que nos desperta as maiores paixões e sensações incríveis.
Também podemos encontrá-lo
na pesquisa científica ou na literatura, na música, na política,
no esporte, no trabalho, na necessidade de transcender espiritualmente, na boa mesa, no estudo ou no prazer obsessivo do passatempo predileto....
Enfim, é "alguém!" ou "algo"
que nos faz "namorar a vida"
e nos afasta do triste destino de
"ir levando"!..
E o que é "ir levando"?
Ir levando é ter medo de viver.
É o vigiar a forma como os outros vivem, é o se deixar dominar pela pressão,
perambular por consultórios médicos, tomar remédios multicoloridos, afastar-se do que é gratificante, observar decepcionado cada ruga nova que o espelho mostra, é se aborrecer com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva.
Ir levando é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje, fingindo se contentar com a incerta e frágil ilusão, de que talvez possamos realizar algo amanhã*.
Por favor, não se contente com
"ir levando";
procure um amante, seja também um amante e um protagonista

... DA SUA VIDA!

Acredite:
O trágico não é morrer,
afinal a morte tem boa memória, e nunca se esqueceu de ninguém.
O trágico é desistir de viver...
Por isso, e sem mais delongas,
procure um amante ...
A psicologia após estudar muito sobre o tema, descobriu algo transcendental:

"PARA ESTAR SATISFEITO, ATIVO
E SENTIR-SE JOVEM E FELIZ,
É PRECISO NAMORAR A VIDA".

(Jorge Bucay - Psicólogo)



 
©2007 '' Por Elke di Barros