quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Calopsitas - aves belas e inteligentes

As calopsitas têm sua origem na Austrália, sendo um psitacídeo pertencente à família das Cacatuas. Mencionando os mais conhecidos dessa família, temos os periquitos, papagaios, araras e agapornis. Essa bela ave que mais parece um enfeite, cativa a todos por serem dóceis e fácil de domesticá-las. São inteligentes e curiosas, quando mansas adoram um carinho e tem uma facilidade muito grande de aprender a assobiar, imitar palavras.
O tempo de vida na natureza pode variar de 25 a 30 anos, já em cativeiro podem viver em média de 10 a 15 anos. Claro que isso pode ser muito variável, dependendo do modo como são criadas.
Tenho calopsitas em casa e posso garantir que são excelentes companheiras, a minha assobia o “Pau no Gato”, “Parabéns a Você” entre outras imitações, assim como toque de celular. Vivem “antenadas”, prestando a atenção em tudo. São encantadoras!
Atenção: Sempre tenha muito cuidado quando sua amiguinha estiver solta, os número de  acidentes envolvendo calopsitas são grandes, preste atenção onde você pisa, conheço casos de pessoas que acidentalmente acabaram pisando na calopsita que vivia solta pelo chão, cuidado com panelas no fogo, elas são xeretas por natureza e podem se queimar, assim como vaso sanitário com a tampa aberta ou baldes com água no tanque, lembre-se elas não sabem nadar e podem se afogar.
Dê ração própria para calopsitas , prefira as que já vêm embaladas, com data de validade.
Não é aconselhável dar alface, tomate e abacate ás calopsitas. Ter o cuidado de dar verduras e legumes sem agrotóxicos,e lavar bem as folhas das verduras e frutas antes de oferecer a elas.  Não dê água da torneira pra sua ave, prefira água mineral.
Elas gostam de verduras como, por exemplo, almeirão, no caso das frutas dê maçã sem as sementes, já que a semente dessa fruta contém um ácido que é tóxico para as aves
É muito importante manter o viveiro delas limpo, tome cuidado ao forrar a gaiola com jornal ou folhas de revistas, porque elas picotam e a tinta da impressão do jornal pode ser prejudicial à saúde de sua amiguinha. Forre com papel a bandeja removível (aquela do fundo) da gaiola ou viveiro, dessa forma elas não tem contato direto com o papel e assim não ficam "picotando" e se expondo a riscos. Lave sempre as vasilhas do viveiro e os puleiros, é fundamental. Só coloque os puleiros de volta depois que estiverem bem secos.
As calopsitas são peraltas e se deixá-las próximas a paredes elas vão roendo, e acabam ingerindo a tinta da parede que por sua vez contém chumbo, altamente tóxico.
E você sabia que uma intoxicação pode ocasionar sérios problemas ao fígado da sua amiguinha? Isso mesmo. Recentemente eu perdi uma das minhas calopsitas devido à hepatite.
Notamos que ela estava muito sonolenta, com as fezes liquida, baço dilatado, perdeu o apetite, penas eriçadas (ficou encorujada), estava desatenta, parada num mesmo lugar sem interesse por nada. Levamos ao veterinário que após fazer um exame de fezes solicitou uma ultrassonografia abdominal, onde foi diagnosticada a hepatite. Iniciamos o tratamento a base de medicamentos, mas mesmo assim ela não resistiu. Foi uma hepatite causada por algum tipo de intoxicação, por isso não era contagiosa ás demais aves aqui de casa.
Ainda não descobrimos a causa, já que somos atentas a alimentação (peneirada no mínimo 02 vezes ao dia), água mineral que trocamos 03 vezes ao dia, sem falar da higiene do viveiro e das vasilhas de ração e água.
Fique atento ao comportamento da sua ave, perceba se ela está se alimentando, se as fezes estão normais. Qualquer alteração evite medicá-las por conta própria, procure IMEDIATAMENTE UM VETERINÁRIO.
Cuide com carinho e cuidados seu bichinho de estimação!



sábado, 22 de outubro de 2011

A Arvore Torta - Reflexão


Um dia, diante da velha árvore torta, um pinheiro todo vergado pelo tempo, o sábio da aldeia ofereceu a sua própria casa para aquele discípulo que "conseguisse ver o pinheiro na posição correta".
Todos se aproximaram e ficaram pensando na possibilidade de ganhar a casa e o prestígio, mas como seria "enxergar o pinheiro na posição correta"?
O mesmo era tão torto que a pessoa candidata ao prêmio teria que ser no mínimo contorcionista. Ninguém ganhou o prêmio e o velho sábio explicou ao povo ansioso que, ver aquela árvore em sua posição correta, era "vê-la como uma árvore torta".
Só isso!
Nós temos, em nós, esse jeito, essa mania de querer "consertar as coisas, as pessoas, e tudo o mais" de acordo com a nossa visão pessoal. Quando olhamos para uma árvore torta, é extremamente importante enxergá-la como árvore torta, sem querer endireitá-la, pois é assim que ela é.
Se você tentar "endireitar" a velha árvore torta, ela vai rachar e morrer, por isso é fundamental aceitá-la como ela é.
Nos relacionamentos, é comum um criar no outro expectativas próprias, esperar que o outro faça aquilo que ele "sonha" e não o que o outro pode oferecer.
Sofremos antecipadamente por criarmos expectativas que não estão alcance dos outros. Porque temos essa visão de "consertar" o que achamos errado.
Se tentássemos enxergar as coisas como elas realmente são, muito sofrimento seria poupado.
Os pais sofreriam menos com os seus filhos, pois, conhecendo-os, não colocariam expectativas, que são suas, na vida dos mesmos, gerando crianças doentes, frustradas, rebeldes e até vazias. Tente, pelo menos tente, ver as pessoas como elas realmente são, pare de imaginar como elas deveriam ser, ou tentar consertá-las da maneira que você acha melhor.
O torto pode ser a melhor forma de uma árvore crescer.
Não crie mais dificuldades no seu relacionamento, se vemos as coisas como elas são, muitos dos nossos problemas deixam de existir, sem mágoas, sem brigas, sem ressentimentos.
E, para terminar, olhe para você mesmo com os "olhos de ver" e enxergue as possibilidades, as coisas que você ainda pode fazer e não fez. Pode ser que a sua árvore seja torta aos olhos das outras pessoas, mas pode ser a mais frutífera, a mais bonita, a mais perfumada da região, e, isso, não depende de mais ninguém para acontecer, depende só de você.

(Texto : Paulo Roberto Gaefke – imagem retirada da internet)

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Aprenda com o Porco Espinho

Recebi um email muito interessante e resolvi compartilhar aqui no Blog, trata-se de uma fábula sobre o porco espinho. Após a leitura parei pra pensar que essa historinha nos fazer refletir sobre o modo como nos relacionamos com as pessoas, principalmente com aquelas difíceis de se conviver...Reflita você também e descubra que pode ser possível lidar com as adversidades da vida usando a sabedoria e bom senso...


“Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
Por isso decidiram se afastar uns dos outros e começaram de novo a 

morrer congelados.
Então precisaram fazer uma escolha: ou desapareciam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram.”

Moral da História

O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades.

(Autor desconhecido  - imagens retiradas da internet)

sábado, 1 de outubro de 2011

Pra quem gosta de animais...



Como todos sabem adoro animais e fico arrasada quando vejo casos de maus tratos, abandono e fico me perguntando: o que faz seres ditos como humanos abandonar, machucar um animal que é uma criatura de DEUS? Ainda ontem vi em um programa de televisão um caso de uns jovens que vindo de uma festa jogaram gasolina em um cavalo e depois atearam fogo, fizeram isso pra se “divertir”, e nunca vou entender o que faz um ser “humano” conseguir ter como “diversão” ver uma criatura que tem vida agonizar de dor...Todos os meus bichinhos de estimação eu tirei de locais onde estavam sofrendo, e sinto um amor imenso por todos eles, e eles por mim. Quem me conhece sabe que os tenho como membros da família e não fico sem jeito em admitir que sofro muito quando um deles adoece ou morre. Essa semana esta muito difícil pra mim já que perdi a Baby, essa fofa da foto. Ela tirava o silêncio da casa, muito inteligente e cativante, quem a conhecia de cara se apaixonava por seu jeitinho diferente de ser... eu até brincava e dizia sempre: olha só uma criaturinha que pesa 50 gramas e apesar de tão pequenina só traz alegria e amor. Já li relatos de pessoas que tiveram muito sucesso em tratamentos contra depressão, pessoas que tinham algum bichinho de estimação se recuperavam mais rápido. É verdade porque já repararam que quando estamos brincando com um bichinho, sentindo nos olhinhos deles o amor que sentem por nós, e o nosso amor por eles, nos desligamos de todos os problemas que nos perturbam? Quem não percebeu isso passe a notar a leveza que nos traz estar sintonizados com um animalzinho. É como se a gente se desligasse da realidade, das tristezas, do rancor... nosso coração é invadido por uma alegria, ternura. Porque a pureza deles contagia nosso coração só com sensações boas, positivas. São criaturas especiais porque não existe neles maldade. Entre todos os meus bichinhos a Baby era a mais apegada a mim, quase sempre que eu estava aqui no mundo virtual, ela estava junto, brincando aqui na escrivaninha do meu micro... apesar de pesar 50 gramas, era uma grande companheira. Então pensei que já que essa é minha primeira postagem sem ela aqui bagunçando meus papéis, bicando o fio do mouse, nada mais justo que registrar uma postagem falando da falta que ela faz, do silêncio que ficou na casa, e essa saudade de ver minha escrivaninha revirada com papéis picotados...momentos que não voltam mais...

sábado, 24 de setembro de 2011

Falando do Rei...

Talvez a única vantagem que eu tenho das minhas noites de insônia é que consigo assistir o programa do Jô Soares...e em uma dessas noites tive alegria de assistir uma entrevista descontraída do rei Roberto Carlos no Jô. Interessante que dias antes eu havia comentado aqui em casa que eu sentia falta de ver o Rei mais vezes na televisão, participando de programas, então quando vi que o rei da musica estaria no Jô Soares fiquei na expectativa. E foi uma surpresa tão adorável ver Roberto Carlos falando sobre o seu carinho e respeito pelos bichinhos. Comentou sobre uma lagartixa que habita em sua cobertura, sobre uma passagem desagradável que foi quando ele sem querer atropelou um sapo e quis retira-lo mesmo morto do meio da rua, e a libélula que ele tentou “consertar a asa”; sem falar das formigas “loiras” que aparecem em seu quarto...Se eu já admirava o rei com certeza fiquei ainda mais tocada com essa demonstração de respeito à vida . Foi uma entrevista tão leve, bacana mesmo que por mim eu passaria a noite toda ouvindo seus relatos. Como citei no meu perfil eu amo e respeito a natureza, todas as formas de vida, mas muitas vezes nos deparamos com situações tão tristes de animais abandonados, sofridos, machucados pelas ruas revirando latas de lixo em busca de restos de comidas, já presenciei pessoas que propositalmente atropelaram pombos na rua, simplesmente por capricho, pura maldade; e ignoravam que aquela criaturinha também tem vida, tem um coraçãozinho...Um dos meus maiores sonhos é um dia acordar e saber que tudo mudou, que aqueles seres humanos que não entendiam que os animais são criaturas de DEUS foram tocados pelo amor e respeito a todas as criaturas divinas, e dessa forma não teríamos mais abandonos, atos de crueldade...O mundo precisa de mais amor e respeito...Quem tiver um tempo busque a entrevista do rei no Youtube. Parabéns Roberto por ser esse ser humano tão especial e iluminado...Fuiiiiiiiiiiii

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Companheirismo


Tempos modernos... correria, muito trabalho, estudos, e 24 horas parece pouco para um dia. Há dias que deveriam ter 48 horas pra que pudéssemos dar conta de tantas obrigações e responsabilidades, em contrapartida, há dias que parecem demasiadamente longos. Tanta tecnologia, tantas coisas que facilitam nosso trabalho e mesmo assim vivemos tão ocupados planejando o futuro, e nem nos damos conta de que o futuro já está acontecendo, mas estamos tão ocupados pra perceber isso. Relacionamentos estão mais frios, muito contato virtual e pouco abraço caloroso. Temos a sensação de que estamos felizes sem compromissos, abraçando a solidão! Também pra que nos relacionar, formar um compromisso se hoje é tão simples, podemos ir a uma balada, trocar olhares com certo alguém, talvez trocar uns beijos, mas trocar numero de telefone nem pensar não é? Compromisso parece assustar tanto, ou seria ameaçar nossos projetos de vida? Podem ser tantos os motivos que fazem com que muitas pessoas apreciem relacionamentos relâmpagos e sem amarras, mas fica uma sensação de que, quanto maior a sensação de liberdade, maior o desejo de ter alguém por perto, bem perto. Alguém que possamos contar como foi nosso dia, compartilhar nosso plano para o futuro, trocar idéias, rir de besteiras. Alguém que apenas nos ouça ou que saiba traduzir nosso silêncio profundo. Alguém que conheça nosso olhar, que saiba enxergar o que estamos escondendo por detrás de um sorriso. Tudo isso se resume em Companheirismo, alguém que podemos contar o que der vontade sabendo que podemos confiar que está conosco para o que der e vier, mas que esteja presente principalmente naqueles momentos em que parece que as luzes da platéia se apagaram e todos se foram... Isso não é algemas ou algo que possa atrapalhar nossos planos futuros;  encontrar o companheirismo não é nada fácil porque é uma combinação de sentimentos: admiração, afinidade, respeito , confiança e muito carinho, que juntos dão a formula perfeita. É, mas parece que insistimos em tentar acreditar que sozinhos somos o bastante... mas será mesmo?

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Épocas que marcam pra sempre!


Saudade... essa é a palavra que resume bem o que ando sentindo...quando criança a gente sonha em concluir logo os estudos e se livrar da obrigação de ir a escola. Lembro-me que eu sempre tirava notas ótimas nas provas e trabalhos escolares, e meus coleguinhas imaginavam que eu era uma aluna exemplar porque eu gostava de estudar... eles estavam enganados, eu era aquela aluna atenciosa, comportada, que tirava nota 10 nas provas porque eu tinha pavor de repetir de ano e ter que encarar um ano  a mais na escola. E como um ano custava a passar. Tudo o que eu queria era concluir o ensino médio. Mas o que eu jamais podia imaginar era que aquela época era mágica... o que eu jamais ia imaginar é que um dia eu ia sentir tanta saudades da escola, das brincadeiras do horário do recreio...uma saudade que chega a dar um aperto forte no peito...um desejo de ao menos uma noite adormecer e, em sonhos, reviver novamente aquela época, reencontrar todos as minhas amigas e amigos de escola.  Graças ao Orkut, Facebook a gente tem a chance de reencontrar pessoas que fizeram parte de nossas vidas, que marcaram a nossa infância. Reencontrei muitos através do fascinante mundo virtual. Todos adultos, já formaram família... alguns infelizmente já perderam a vida em conseqüência de algum acidente , mas estão muito vivos em minha memória. Acordar cedo, vestir o uniforme da escola, pegar os livros e cadernos, a lancheira...rsrs...chegando lá a professora formava uma fila indiana no pátio da escola onde ela organizava cuidadosamente os alunos mais baixinhos até os mais altos...e ali em fila, antes de caminharmos até a sala de aula, com a mão no peito e diante a bandeira do Brasil cantávamos o Hino Nacional. Sabíamos o Hino na ponta da língua. Depois quando entravamos na sala de aula ajeitávamos nosso material escolar na carteira e antes da chamada de presença dos alunos a professora fazia conosco uma oração antes de começarmos a estudar. Eram assim todos os dias. Era comum vez ou outra ter gincana na hora do recreio, cada um levava uma “prenda” pra colaborar com a gincana (podia ser um sabonete, uma pasta de dente). Quem participava das brincadeiras e vencia levava uma prenda pra casa. E tinha que ver como fazíamos de tudo para ganhar, e a alegria quando ganhávamos uma prenda. Podemos pensar: ué a prenda era um sabonete ou uma pasta de dente? Que graça tinha ganhar isso?...Pois é, pode parecer bobo, mas que tinha graça a isso tinha..rsrs. Eu era extremamente tímida, e a professora talvez com a intenção de ajudar eu me tornar mais sociável fazia eu participar da corrida do saco e da dança das cadeiras..rsrs...Pular corda, pular amarelinha, brincar de passa anel...que tempos bons. Outra coisa marcante da época de escola era as festas juninas, nós que fazíamos as bandeirinhas pra decorar a escola para a festa. A dança da quadrilha, a barraca da pesca. Nunca dancei quadrilha, e admito que me arrependa, mas eu era tão tímida que eu nem conseguia me imaginar dançando o que fosse. Participei de alguns teatrinhos de escola, mas praticamente na marra. O primeiro deles eu queria era cavar um buraco no chão e me esconder de tanta vergonha...era começo de primavera e a professora escolheu algumas alunas pra recitarem uns versos, cada aluna representava uma flor, quem começava a recitar era a rainha das flores: a Rosa. E talvez com a intenção de fazer com que eu perdesse a timidez, a professora determinou que eu fosse a Rosa... pronto, eu já fiquei vermelha, tremula, afinal eu seria a primeira a falar, no palco da escola para todos os estudantes assistirem.(rsrs), e pra complicar tinha que fazer a fantasia, sim tinha que ir vestida de flor... Mas eu sobrevivi..rsrs...ainda me lembro do verso que recitei, da época as fotos que não vão me deixar esquecer aquele dia.Quando estamos vivendo certas épocas de nossas vidas temos a mania de ficar já imaginando o futuro, idealizando, fantasiando, e o dia de hoje não damos o devido valor. Hoje vejo que por mais complicado e cinza que esteja o meu presente, a minha fase atual, sei que um dia vou sentir saudades do “hoje” .
Pessoal, aproveito pra dizer que vou ficar ausente do Blog por um tempo. Agradeço a todos que já passaram por aqui. Beijos....fuiiiiiiii.
 
©2007 '' Por Elke di Barros